segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Discutir com mulheres é a mesma coisa que discutir com.........

Meus amigos, tenham cuidado com as mulheres com filhos! Se acham que ganhar uma discussão a uma mulher sem filhos é complicado, quando ela tiver filhos é impossível!!

Pensem lá bem se não tenho razão, alguma vez ganharam uma discussão à vossa mãe ou avó? Por exemplo à refeição! Vocês dizem ''Não quero mais, estou cheio'' e elas dizem ''come mais um bocadinho'', vocês recusam e elas atiram-vos 30 mil argumentos e o argumento final em qualquer discussão.... Aquele argumento que vocês podem dizer ''Estou a morrer.... Se como mais eu morro!!! Não posso comer mais... Por favor!!!'' é simples e engloba tudo o que vocês lhes atirem... ''Está bem, mas come''. E este ''Está bem, mas....'' serve para tudo e mais alguma coisa, seja limpezas, compras, arrumações, até para o fim do mundo! ''Está bem, mas os zombies vão governar a Terra''.

Ah, e vocês lembram-se daquela razão irrefutável e indestrutível das vossas mães que era o ''Porque sim''? Eu não sei se é de serem mães, ou das hormonas que começam a trabalhar depois da gravidez ou se o pensamento encrava a meio da gestação da criança. Enquanto gravidas as mulheres pensam ''Eu agora posso comer o que quiser porque estou gravida! Porque quero! E porquê? Porque sim!'' TUMBAS CHUTO NO CU QUE ACABOU A DISCUSSÃO NESTE PRECISO MOMENTO!
E podem-se preparar, isto é para o resto da vida! Mal de vocês que tentem interromper a ordem natural das coisas, é a mesma coisa que virarem padres! Acaba-se a festa!

E para terminar (espero não me lembrar de mais nada se não ainda sou passado a ferro quando estiver a andar no passeio) eu encontrei o argumento mais frágil da mulher com uma cria corredora e devoradora de tudo onde possa cravar os dentes, o ''eu ando cansada, não me posso lembrar de tudo''. Aqui está o vosso bote salva vidas que vos safa de saírem por baixo numa discussão.

(Atenção, não estou a tirar peso desse argumento, é normal a mulher estar mais cansada, nós ajudamos mas as mães arranjam sempre mais alguma coisa para fazer, e apesar de nos preocuparmos com os nossos filhos e filhas, as mão são super protectoras e as preocupações pesam a dobrar)

Aqui a escolha dos vossos argumentos é fundamental e crucial para dormirem na caminha quentinhos e agarradinhos ou irem dormir para o sofá que ela não vos está para aturar.
Virem-se com a mais simples das respostas, ''eu também estou cansado não me posso lembrar de tudo'' e fechem o bico, nem mais uma palavra até elas dizerem alguma coisa, é que os dois minutos seguintes são de pura tensão, vão sentir uns olhos semi-serrados a perfurarem-vos a cabeça enquanto o tico e o teco delas andam à martelada porque vocês equilibraram o jogo!
Com isto podem sair umas piadas forçadas da parte delas (riam-se como se a vossa vida dependesse disso) ou umas conversas para desviar assunto (e ai nem sonhem em puxar o tema da discussão de volta)

Espero com isto tornar alguns lares mais amistosos e com menos derramamento de sangue e rezo para que a mulher só veja isto depois do mini sair de casa para a faculdade!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Os graúdos também aprendem com os desenhos animados

Os desenhos infantis são uma coisa do outro mundo. Para explicar isto tenho de explicar o contexto.

Eu, a mulher e o mini durante a semana temos tudo cronometrado. Se o mini acordar um bocado mais perto das 8 aqui o je liga o despertador no dia anterior para nada sair dos eixos. O plano de festas matinais é o seguinte:
O mini acorda e vem para a nossa cama
O pai leva murros e pontapés, e o pequeno ser que me faz isso também tenta expulsar-me da cama com palavras autoritárias como "xai" e empurrões.
Perto das oito vem o leitinho matinal, seguido do wrestling para vestir.
Para a mulher se despachar eu levo o mini até a cozinha, claro que isto não passa sem uns gritos a chamar tudo e todos e a acordar quem ainda dorme.
O mini da um beijinho a quem está acordado e vai ter com a sua realeza, depois sento-o no seu trono à cabeceira da mesa virado para a TV.
O que acontece depois disto é fenomenal, todos (eu,mini,mulher) nos transformamos.

A mulher chega à cozinha para comer, eu ligo a TV e mudo para a RTP 2 (o único canal que passa desenhos animados as 8 da manha).
E o que está a dar? Thomas e os seus amigos!! O mini fica extremamente concentrado a ver as locomotivas e a comer a bolacha, eu e a mulher cantamos a introdução toda e passamos metade do episódio a descortinar o que se está a passar na nos desenhos animados.
Começa logo na musica de introdução, todos têm qualidades engraçadas e úteis, o Toby é o quê? Quadrado! Nada contra claro mas coitado, podia ser tanta coisa, mas olha, é quadrado...

Enquanto pai sempre tive dificuldade em não dizer asneiras, estava habituado a estar sempre com os amigos nas caralhadas (é mesmo assim) e de um dia para o outro não poder dizer porque tenho um mini que repete tudo o que digo. (O que estou a dizer tem ligação com o que escrevi antes, passo a explicar)

Em relação às asneiras ou linguagem pouco apropriada para pequeninos, antes do mini nascer o que se fazia era tentar arranjar uma maneira para tornar as asneiras mais agressivas e badalhocas possíveis, agora enquanto pai, eu e a mulher, arranjamos maneiras engraçadas de substituir as asneiras por coisas ditas nos desenhos animados. O Thomas e os seus amigos têm uma engraçada, "com mil fagulhas!" Tradução "cum caralho!". É um bom substituto para a asneira, mas se calhar o mini mais tarde ainda pensa que somos locomotivas e começa a comer carvão. Mas há outro que eu e a mulher achamos muito engraçado, no Jake e os piratas da terra do nunca, eles têm a melhor expressão de todas "oh cocos!" Tradução "Oh que merda!"
Isto torna todas as conversas muito interessantes e, entre cocos e fagulhas, evita-se as asneiras e o mini não anda por ai a praguejar.

Amigos e trambolhões

Adoro quando os nossos amigos vêm ver o mini, principalmente quando ele começa numa correria desenfreada e se espalha o comprido, os nossos amigos todos "Oh tadinho, fizeste doi-doi? Anda cá ao colinho".
Enquanto eles (os que não têm filhos) observam o depois da queda, eu e a mulher estamos sempre com "um olho no burro e outro no cigano" e já inconscientemente durante a queda nós conseguimos ver se ele tem espaço de queda segura, se há esquinas de moveis ou paredes à volta, se está a cair na direcção das portas e se tem as mãos disponíveis, durante a aterragem percebemos se o impacto foi violento ou não com o abanar da cabeça que nos diz se foi com a penca do nariz ao chão. Depois disto tudo viramo-nos para o mini e fazemos a pergunta "Estás bem mini?" ao que ele responde "É", ele levanta-se e seguimos todos com as nossas vidas .

Olha que dois

Esta aconteceu agora, o mini tirou a almofada de um sofá e começou a bater com o pé na parte de dentro de mandeira, ao que eu já farto de lhe dizer para ele descer peço à mulher para ralhar com ele e ela sai-se com esta. "Filho desce daí que não se faz sapateado antes de ires as aulas"

O incrivel mini!

Já sei onde é que o meu filho vai trabalhar, vai ser no circo do soleil! Ele vai ser um daqueles que da saltos mortais e salta de todo o lado sem medo. Ele mete-se em pé em cima de uma cadeira dele, em cima de um carrinho, do cavalo de baloiço e até em cima do sofá da sala. Por incrível que pareça nunca o vi a cair daí, mas já o vi a tropeçar nos próprios pés.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Segundos pais

Hoje em conversa com a mulher surgiu um tema que eu gostava de discutir com vocês. Padrastos e madrastas. Mais especificamente se é ou não dever/obrigação educar os filhos dos/as parceiros/as.

Na minha opinião acho que é "obrigação" (não consigo arranjar palavra melhor)  educar o filho do companheiro. Não como "está aqui, agora toma conta dele e educa-o" claro, mas se se está a envolver com uma pessoa com filhos e querem ter uma vida em conjunto não pode simplesmente deixar a criança de lado só por querer estar com a mãe/pai.

Obvio que não se pode meter as responsabilidades em cima de uma pessoa que vem de fora mas se essa pessoa quer entrar na vida de uma família deve fazer tudo pelo melhor dessa família, porque apartir do momento em que existe uma criança deixa de ser só 1 pessoa.

Não e filho mas é quase, e apesar de a educação ter de vir dos pais biológicos não quer dizer que os "pais emprestados" não tenham um papel importante na educação.

Que acham sobre este assunto? Comentem mesmo em anónimo, quero é saber o que acham.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Um espaço a preencher

Alguma vez sentiram aquele vazio enorme dentro de vocês? Aquele espaço que está lá, causa desconforto e nos faz pensar nas coisas mais absurdas de conseguir? Mesmo que pensem muito na razão de estarem assim nada muda a não ser que se mexam, que façam alguma coisa por vocês mesmos... Alguma vez se sentiram assim? Eu já... Antes de jantar....